Mostrando postagens com marcador Saúde é Vida. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Saúde é Vida. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

UM SÉCULO E MEIO DE PRINCÍPIOS DE SAÚDE

"Desde os anos de 1860 os adventistas do sétimo dia têm praticado oito segredos de saúde que reduzem seu risco de doença cardíaca e câncer as duas mais importantes causas de morte prematura. Ao manter esses dois assassinos encurralados, os adventistas do sétimo dia desfrutam melhor saúde e vida mais longa do que a população em geral. ... Tendo em vista que apenas em anos recentes a confirmação científica ficou disponível, como eles souberam disto antes dos cientistas? Por meio de uma mulher chamada Ellen G. White (EW).

Esta visionária afirmava que, não desejando que Seu povo sofresse doença e morte desnecessárias, Deus a inspirou para contar às pessoas como desfrutar o máximo de bem-estar geral. Ellen White escreveu com espantosa simplicidade e exatidão o que desde então se tem demonstrado a melhor fórmula para a saúde e a longevidade." 

'As vantagens de saúde e de expectativa de vida desfrutadas pela Igreja Adventista do Sétimo Dia podem ser atribuídas ao modo como seus membros vivem e se alimentam. "

Ao recapitular os princípios da reforma de saúde expostos por Ellen White, os leitores devem em primeiro lugar colocar-se em meados do século dezenove. Sem qualquer outra informação a respeito do futuro, a não ser as idéias dominantes que governavam a prática médica de seu tempo, pense em quão estranhos devem ter parecido os princípios de saúde de Ellen White que estavam sendo revelados, sintetizados e integrados. Alguns desses princípios haviam sido promovidos por contemporâneos seus, mas nunca de maneira tão completa ou tão integrada. Nenhum outro escritor esteve tão livre daqueles erros que a pesquisa subseqüente contradisse. '

Fonte: Saúde Adventista.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

COMER ANIMAIS IMPUROS É PECADO?




Muitas pessoas acreditam que todos os animais são limpos, e que Deus purificou todos os animais para o consumo humano, com base principalmente em Atos 10:13, I Timóteo 4:4 e I Coríntios 10:25.

Vamos analisar essas passagens para sabermos se estão em conformidade com a PALAVRA de Deus.

Primeira coisa que devemos fazer é analisar para quem o Apóstolo Paulo estava se referindo quando disse:
(I Corintios 10:25) - Comei de tudo quanto se vende no açougue, sem
perguntar nada, por causa da consciência.

O que é comida para um Hebreu?
Para entender temos que interpretar dentro do contexto e da cultura Israelita.

Na cultura Israelita era pecado comer animal impuro, ou seja, não deveria ser vendido no açougue. (levítico 1:11 – 47)
Só com essa analise, cai por terra a teoria que muitos dizem que Paulo liberou os alimentos impuros.
1) Paulo era Judeu e nunca iria contra a lei de Deus (nenhum pecado cometi contra a lei dos judeus) Atos 25:8.
2) Paulo diz em Atos 24:14 (assim eu sirvo a Deus de nossos pais, acreditando em TODAS as coisas que estejam de acordo com a lei e nos escritos dos profetas.)
3) (Porque, no tocante ao homem interior, tenho prazer na lei de Deus) Romanos 7:22.

Então como entender o que Paulo disse em (I Corintios 10:25) - Comei de tudo quanto se vende no açougue, sem perguntar nada, por causa da consciência.

No verso 28 fica bem claro para entender qual era a preocupação do Apostolo Paulo:

Porem se alguém vos disser: Isto é coisa sacrificada a ídolo, não comas, por causa daquele que vos advertiu e por causa da consciência;

A verdade é que Paulo, ao afirmar – “comei de tudo quanto se vende no açougue” – tinha absoluta certeza que a carne ali vendida era limpa, embora possivelmente oferecida aos ídolos, fato que para o apóstolo não tinha relevância, pois seu conceito era de, o ídolo, nada ser (I Coríntios 10:19), como de fato, nada é.

Entretanto, é inegável que o escrúpulo por animais sacrificados não foi perdido quando o cristianismo foi introduzido aos gentios. Por conseguinte, havia irmãos que não tinham uma fé sedimentada, e tais cristãos se escandalizavam quando outros comiam aquela carne. Por isso frisou Paulo com clareza meridiana: “por causa da consciência”. Que consciência? Lógico, a consciência do irmão mais fraco na fé. Assim, todos os cristãos poderiam comprar qualquer carne no açougue, porque ali só era vendida carne limpa, desde que, esta atitude, não ofendesse a consciência de um irmão de débil fé, que é nosso dever respeitar e conservar. A liberdade espiritual de um cristão esclarecido não pode tornar-se pedra de tropeço para os que são fracos na fé. (1 Coríntios 8:9)

1 timóteo 4:4 (Pois tudo que Deus criou é bom, e , recebido com ações de graças, nada é recusável, porque pela palavra de Deus e pela oração, é santificado).

O animal não será santificado só pela oração.Se analisarmos com atenção veremos que não diz só pela oração e sim também pela PALAVRA.
Ou seja, a palavra de Deus tem que permitir certos animais e se ela permiti ai sim podemos fazer a segunda que é orar.

Atos 10:13-14 (E foi-lhe dirigida uma voz: Levanta-te, Pedro, mata e
come. Mas Pedro disse: De modo nenhum, Senhor, por que
nunca comi coisa alguma comum e imunda.

Note que no verso 17 Pedro estava perplexo do que seria o verdadeiro
significado da visão, pois toda visão precisa da sua interpretação.

No verso 28 fica bem claro o que significava essa visão:
Vós bem sabeis que é proibido a um judeu ajuntar-se ou mesmo aproxima-se a alguém de outra raça; mas Deus me demonstrou que a nenhum homem considerasse comum ou imundo.

Onde Deus mostrou a Pedro que não devemos chamar qualquer
pessoa de comum ou imunda?
na visão, pois a visão não estava falando de leis de saúde e sim de povos.
Pedro sabia muito bem que Cristo não iria quebrar a sua própria lei, sendo que em Isaias, DEUS DIZ QUE VAI CONSUMIR A TODOS QUE SÃO IMPUROS..

Isaías 66:16) - Porque com fogo e com a sua espada entrará o SENHOR
em juízo com toda a carne; e os mortos do SENHOR serão multiplicados.
(Isaías 66:17) - Os que se santificam, e se purificam, nos jardins de
idolatria uns após outros; os que comem carne de porco, e a
abominação, e o rato, juntamente serão consumidos, diz o SENHOR.

DEUS ainda não veio julgar toda a carne (HUMANIDADE) e quando Ele
vier Vai destruir todos os que comem os animais IMPUROS.

Aqui fica uma ALERTA:
Saia das Igrejas que ensinam que podemos comer animais impuros, pois poderemos sofrer punição para a morte eterna.

sábado, 18 de dezembro de 2010

Pensamento Religioso Diminui Transtornos Mentais


Você se considera religioso? Com que frequência participa de encontros religiosos? E qual sua religião? Essas foram algumas das perguntas respondidas por 1.980 idosos moradores de uma região de baixa renda de São Paulo.

A pesquisa fez parte do estudo “Investigando o papel do suporte social na associação entre religiosidade e saúde mental em idosos de baixa renda: resultados do São Paulo Ageing & Health Study (SPAH)”, desenvolvido por Alexandre Corrêa, da Universidade Federal de Juiz de Fora, e colegas. Os autores contam no artigo que ainda será publicado na Revista Brasileira de Psiquiatria que o objetivo do trabalho foi analisar a associação entre dimensões de religiosidade e a prevalência de transtornos mentais comuns entre idosos. Eles testaram ainda o suporte social como mecanismo de mediação desta suposta associação. Segundo os pesquisadores, 90,7% da amostra consideraram-se religiosos, sendo que 66,6% eram católicos e 41,2% frequentavam uma ou mais vezes alguma atividade religiosa semanalmente. “A presença de transtorno mental comum não foi associada com filiação religiosa ou considerar-se religioso. A prevalência de transtorno mental comum para os que frequentam serviço religioso foi aproximadamente a metade daqueles que nunca frequentam”, afirmam no artigo.

Os resultados também mostraram que maior frequência a serviços religiosos associou-se a maiores níveis de suporte social. Dessa forma, os autores entendem que a amostra apresentou altos níveis de religiosidade, houve forte associação entre frequência religiosa e menor prevalência de transtornos mentais comuns entre idosos e esta associação não foi explicada pelo suporte social.

Outro estudo, este publicado em agosto deste ano, mostrou que pensar em Deus reduz o estresse que as pessoas vivenciam ao cometer erros. Publicado na revista Psychological Science, os pesquisadores mediram as ondas cerebrais em uma situação específica – a reação das pessoas ao saber que cometeram erros em um teste. Aqueles que foram preparados com pensamentos religiosos tiveram uma resposta menos proeminente do que aqueles que não os receberam.

“Cerca de 85% da humanidade têm algum tipo de crença religiosa”, afirma Michael Inzlicht, que conduziu o estudo ao lado de Alexa Tullett. Ambos são da Universidade de Toronto Scarborough. Os pesquisadores mostraram que, quando as pessoas pensam em religião e em Deus, o cérebro delas responde de uma forma diferente – elas reagem com menos sofrimento e ansiedade após cometerem erros.

Antes de passar por um teste de computador com alto índice de erros, parte dos participantes tinha escrito sobre religião, ou completado um jogo de palavras-cruzadas com termos relacionados a Deus. Os exames mostraram que a atividade cerebral desses voluntários era reduzida no córtex cingulado anterior, área associada à excitação e que gera um alerta quando as coisas dão errado.

O curioso é que ateus reagiram de forma diferente: quando eram estimulados a pensar em assuntos relacionados a Deus, a atividade do córtex cingulado anterior deles aumentava. Os pesquisadores sugerem que, para pessoas religiosas, pensar em Deus pode fornecer uma maneira de ordenar o mundo e explicar eventos aparentemente aleatórios, o que reduz a angústia. Em contrapartida, para os ateus, os pensamentos sobre Deus podem contradizer o sistema de significados abraçado por eles e, assim, causar-lhes ainda mais sofrimento.

“Pensar em religião traz calma quando se está em um incêndio e torna as pessoas menos angustiadas ao cometerem um erro”, diz Inzlicht. Segundo ele, há evidência de que pessoas religiosas vivem mais tempo e tendem a ser mais felizes e saudáveis, mas ainda faltam conclusões mais precisas.

Fonte: Novo Tempo