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sábado, 9 de julho de 2011

Livro Ágape de Padre Marcelo Rossi- Analisando as Mentiras do Livro À Luz da Bíblia Sagrada


O livro Ágape coloca EXPRESSAMENTE o mandamento de amor ao próximo como o mais importante de todos. Jesus disse que isso não é verdade. Existe um mandamento maior:

(Marcos 12:28-31) – Aproximou-se dele um dos escribas que os tinha ouvido disputar, e sabendo que lhes tinha respondido bem, perguntou-lhe: Qual é o primeiro de todos os mandamentos?

E Jesus respondeu-lhe: O primeiro de todos os mandamentos é: Ouve, Israel, o SENHOR nosso Deus é o único Senhor. Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento, e de todas as tuas forças; este é o primeiro mandamento.
E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que estes.

O livro possuí um prefácio feito por Gabriel Chalita, doutor em filosofia do direito. Infelismente, ele parece que se formou em filosofia católica [risos]. O prefácio ao invés de se centrar em Jesus, a essência pura do amor, gasta tempo falando de Maria, uma mulher que não criou o mundo e não criou o amor filial! Na página 14 ele diz: “Maria é uma mulher atenta às angústias de seus filhos”. Ora, Maria por acaso não morreu? Onde esta escrito na Bíblia que ela não morreu? Esta idéia se baseia em mentiras como a doutrina da imaculada concepção de Maria e na Assunção de Maria de forma corporal aos Céus! Maria não é uma divindade. Ela não pode estar atenta as angústias individuais de 6 bilhões de pessoas, nem mesmo memorizar o nome dessas pessoas! Ela está morta, aguardando a ressurreição dos santos, alheia ao que ocorre no Céu e na Terra:

Diz a Palavra de Deus [não a palavra falha de Padre Marcelo]:

(Salmos 115:17) - Os mortos não louvam ao SENHOR, nem os que descem ao silêncio.

Ora, os vivos louvam a Deus, os mortos não podem interceder pelos vivos e nem louvar a Deus. [Os mortos somente louvam a Deus nos livros não inspirados pelo Espírito Santo como o Corão, Tobias, Baruc, Judite, I e II Macabeus etc].

Então, na página 16 do prefácio se comete a maior gafe de todas. O escritor diz: E VEM O MAIOR DE TODOS OS MANDAMENTOS…AMAI-VOS UNS AOS OUTROS…

Ora, isto é totalmente contrário a Mateus 12:28-31 que diz que o maior mandamento é AMAR A DEUS!

Então na página 17 vemos o seguinte frase desconexa: “..esse homem extraordinário que foi capaz de superar a lei e apresentar a razão da própria lei: a pessoa humana”.

Jesus superou ou não superou a lei? Se ele veio apresentar a razão de sua existência, não superou nem um milímitro dela, mas veio como ensinador dela. É isso o que diz as escrituras:

(Mateus 5:17) – Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas: não vim ab-rogar, mas cumprir.

Jesus não veio acabar com a lei moral, os 10 mandamentos. Então como o autor diz que Jesus veio superar a lei?

Vamos dar um desconto… o cara não é teólogo. Apenas fez o prefácio do livro. Ele pensa igual os espíritas: que o maior mandamento é o amor ao próximo. Nunca leu Mateus 12:28-31. Não sabe que Deus tem 4 mandamentos principais de amor a ELE que estão no topo do decálogo (Exodo 20:3-11).

Agora vamos entrar nas “bobageiras” teológicas do Padre Marcelo. Logo na introdução do seu livro, na página 23, é colocado o lindíssimo capítulo 4 da carta de São João. Então na página 24 o Padre diz: “O amor àgape se manifesta como prova de amor livre, sem exigências e nem cobranças”. Será que o amor de Jesus não traz cobranças? Vamos ver esta passagem Bíblica:

(João 14:15) - Se me amais, guardai os meus mandamentos.

Hum, mas que cobrança! “Se vocês realmente me amam, guardem os meus mandamentos!” Alguns questionadores poderão dizer que estamos sendo ‘maus’: que o Padre está falando do amor entre seres humanos e não do amor para com Deus. Mas o amor de Deus, chega aos seres humanos e se difunde entre eles, sem lhe mostrar as exigências divinas para nossa salvação?

Depois, para finalizar a introdução, o Padre faz um discurso sobre a CARIDADE que parece glorificar cada pedaço da doutrina espírita. Essa doutrina diz: Fora da Caridade não há salvação. Porém, sabemos que há: A Salvação está na Fé, no Sangue derramado, no Sacrifício feito na cruz, sendo realizada por Deus pela GRAÇA [e não de graça] e não por qualquer caridade nossa, ou seja, a salvação não é por obras!

Diz a Bíblia:

(Romanos 11:6) - Mas se é por graça, já não é pelas obras; de outra maneira, a graça já não é graça.

(Romanos 3:28) - Concluímos, pois, que o homem é justificado pela fé sem as obras da lei.

Parece que alguma coisa está faltando para o Padre Marcelo. Seria colocar a Bíblia acima dos falhos doutores e filósofos católicos?

Padre Marcelo inaugura o primeiro capítulo de seu livro com o capítulo 1 de João. O capítulo fala que tudo foi criado através de Jesus (verso 3). É a Glorificação do Verbo. O Capítulo diz que no principio (ou seja, clara referência a Genesis 1:1) Jesus estava com Deus. Então, na página 30, o Padre dispara o maior absurdo de todos, ou seja, algo completamente contrário do que a Bíblia ensina:

“A Palavra diz que tudo que há no mundo foi criado por Deus. Não diz como se deu a criação. Não diz se evoluímos de alguns animais ou se houve uma explosão ou se, nas diversas eras, o andar foi o se aprimorando”.

Pelo amor de Deus!!! É um sacerdote que escreveu isso? Como assim? A Bíblia não diz como se deu a criação? Ela ensina expressamente em Genesis capítulos 1 e 2 que a criação se deu em 6 dias e Deus santificou o sétimo! Além disso, a essência do primeiro capítulo de João não é que o mundo foi criado por Deus. Mas que foi criado através de Cristo! O Capítulo não é uma mera repetição de Genesis, mas sua complementação!

Então no Capitulo 2, Padre Marcelo novamente começa a glorificar Maria. Apresenta pela milionésima vez a história da transformação da água em vinho em Caná. Afinal é só isso que os sacerdotes católicos sabem fazer. Na página 39, justificando o pedido que Maria fez a Jesus, o Padre diz: “Maria sabe o que nos falta. E intercede por nós”. Só nos resta concluir: Jesus que é o ONISCIENTE não sabe o que nos falta? Pois é a conclusão sentimental do capítulo. O Eterno Filho precisa da indicação de uma criatura de barro, como eu e você, para saber o que fazer! Para saber como salvar uma festa de casamento! Afinal, ele que tem tantos poderes especiais, não teve tato para perceber que o vinho acabou e ele poderia transformar àgua em vinho! A Glorificação de Maria, o endeusamento de uma simples mulher, a Mariolatria, faz isso com Jesus! O rebaixa completamente à autoridade dela! O Capítulo termina com a idolatria completa:

“Pai e Mãe terrenos, cheios de imperfeições, não desistem do amor. Deus é nosso Pai. E é perfeito. E Maria, a mãe escolhida para cuidar da humanidade, a rainha da paz, mãe àgape, a presença do amor”.

Percebam a idolatria: humanos comuns possuem imperfeições. Mas Maria é equivalente a Deus. Ela é a presença do amor e não possui imperfeição (doutrina da imaculada conceição). Deus tem uma ajudadora femimina pois Ele, sendo masculino, não poderia entender e nem mesmo dar o amor de uma mãe! Percebam o absurdo! Como se Deus não tivesse criado os sentimentos femininos, o amor filial e como se fosse humano do sexo masculino e tivesse o orgão sexual masculino! É todo este sentimento que o texto passa. Deus não seria suficiente. Precisamos de uma mãe-terra! E o que dizer de Jesus? Jesus, coitado, já não é mais nada! Porque uma Mãe divina foi posta no seu lugar de intercessor entre a divindade e a humanidade! O Padre nem lembrou que Jesus criou o mundo…..

Os Capítulos 3 a 6 não trazem graves erros teológicos. O capítulo terceiro trata da mulher samaritana que pediu água para Jesus. A maneira como Jesus tratava as mulheres realmente serviu de base para o humanismo e o direito das mulheres nas sociedades ocidentais. O capítulo 4 conta a história da multiplicação de pães. A explicação a primeira vista também é correta, (Jesus traz a idéia de que todos os povos são uma mesma família e devem compartilhar as riquezas) mas subliminarmente trata da aceitação do evangelho católico como necessário para a pacificação das nações. Isso significa ter o Papa, como Rei espiritual do mundo.

O Capítulo 5 enfoca o perdão que Jesus concedeu a mulher adúltera. A explicação é ótima, está dentro do que ensinam as Escrituras e merece elogios. Porém, algo é digno de nota: o capítulo 5 termina na página 63. Estamos praticamente na metade do livro. E as vezes temos a sensação que Jesus veio apenas salvar as mulheres. O livro não estabelece um EQUILÍBRIO entre como Jesus tratava os homens e as mulheres. Parece ter sido escrito preferencialmente para exaltar o sexo feminino, como se este fosse a melhor expressão do àgape [mensagem subliminar: Maria] e o homem fosse muito inferior em seu àgape, quase um acessório descartável. Talvez este livro devesse ter sido lançado nos países muçulmanos. Lá faria mais bem do que aqui…

O Capítulo 6 finalmente vem para tratar do bom pastor: Jesus… esta é a premissa, mas metade dele fala da boa pastora Madre Tereza de Calcutá…..

O Capítulo 7 apresenta noções da imortalidade da alma. Padre Marcelo se refere a “outra vida”, um termo essencialmente budista-pagão. Sabemos que o homem “foi feito alma vivente” (Genesis 2:7). Ele é uma alma vivente e não possui uma alma separada do todo. A pessoa de acordo com a Bíblia é mortal. Se ela sobrevivesse, não precisaríamos de ressurreição dos mortos e nem de dia do juízo. A cada um seria dado o que é seu sem precisar de ressurreição de bons e maus:

(João 5:28-29) - Não vos maravilheis disto; porque vem a hora em que todos os que estão nos sepulcros ouvirão a sua voz. E os que fizeram o bem sairão para a ressurreição da vida; e os que fizeram o mal para a ressurreição da condenação.

O Capítulo 9 traz o endeusamento de João Paulo II, como se ele fosse um santo de padrões bíblicos. Veja aqui que ele esteve muito abaixo do que qualquer santo da Bíblia, sendo um gentio pecador. Mais e mais escritos endeusando João Paulo II surgirão, visto que o Vaticano pretende transformá-lo em mais um santo operador de milagres.

Então no capítulo 10 que trata da crucificação, parece que Jesus e somente Jesus será honrado. Ledo engano. Na página 98-99, o Padre diz que “Jesus entrega a humanidade à sua mãe”, ou seja, nos entrega Maria, para ser Mãe da Humanidade. E na página 107, termina sua oração: Faça-se em mim a Tua vontade, como Maria, com Maria.

Finalmente o último capítulo defende a idéia que Pedro foi o “primeiro chefe da Igreja” (folha 118). Agora, finalmente um homem é elevado acima do que Jesus o colocou, porque as mulheres, na perspectiva católica, não são dignas de chefiarem a Igreja. O livro inteiro fala de mulheres, exalta Maria, mas o livro termina com Pedro, com o objetivo de mais uma vez repetir a mentira de que a Igreja Católica possui as chaves de Pedro, e portanto é a única igreja legítima. Clique aqui para ler a história dos papas e ver refutada esta mentira.

Por fim só temos a dizer que a Igreja Católica é violadora dos mandamentos de amor a Deus: “Não farás para ti imagem de escultura” (Exodo 20:4-6) que busca evitar a idolatria aos mortos, E “Lembra-te de santficar o dia de sábado” (Lucas 23:56 e Exodo 20:8-11) que aniquila a teoria do Evolucionismo. Para fugir desses mandamentos acaba seguindo as premissas espíritas em seus livros: de que o maior mandamento de todos seria o amor ao próximo.

Padre Marcelo, não tem outro caminho a seguir. Se ele escrevesse um livro falando dos mandamentos de amor a Deus causaria a ira protestante por causa da idolatria católica e a ira adventista-judaica por causa da profanação sabática. Então para enganar os incautos e ignorantes, ou seja, aqueles protestantes sem conhecimento bíblico, escreve um livro no estilo espírita que trata apenas do amor ao próximo. Coisa totalmente dispensável pois o islamismo, o budismo e qualquer filosofia ensina o amor ao próximo. A lata do lixo é recomendada para tal obra sem importância para a evangelização mundial. Afinal, os anjos caídos, amam-se mutuamente. E o amor ao próximo não é o maior mandamento de todos.

Fonte: Adventismo em Foco

quinta-feira, 7 de julho de 2011

União de Casais Homossexuais - o início de uma transformação na sociedade?


Agora é definitivo, o Brasil reconhece civilmente os direitos dos casais homossexuais, tanto os que forem formados por 2 homens, quanto por 2 mulheres, inclusive a ADOÇÃO DE CRIANÇAS (pasmem!). A decisão foi dada ontem, em unanimidade, pelo SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL (veja aqui a notícia completa).

Até que ponto esta decisão histórica, tomada à revelia dos apelos das entidades que defendem uma constituição familiar monogâmica e heterossexual (como as Igrejas tradicionais, por exemplo), pode ser um prenúncio de decisões mais polêmicas em um futuro próximo? As minorias religiosas, como os Adventistas do 7º Dia, precisam ficar alertas sobre a maneira como o Judiciário Brasileiro analisará situações que as envolvam, em especial quando isto vier de encontro aos "apelos da sociedade moderna"? O Projeto de Lei 122 (que vai colocar na cadeia um pastor que se recusar a casar homossexuais!) passará com mais facilidade pelo Congresso Nacional, depois desta decisão do Supremo?

A partir de agora, devemos ficar AINDA MAIS alertas... na minha opinião!

Os que estudam as profecias sabem que o cenário que se formará para a promulgação da legislação que perseguirá os que se opuserem à guarda do primeiro dia da semana, estará intimamente ligado à uma conjuntura mundial não só religiosa, mas principalmente política e econômica. Atendendo a um "clamor social moderno", o STF deu evidências de que qualquer solicitação de que se reconheça a legalidade de alguma lei ou norma CIVIL (pois lembre-se que o Estado Brasileiro "ainda" se diz "laico" - sem envolvimento oficial com nenhuma religião) que venha a reconhecer o direito dos que se consideram acima dos ditames éticos de qualquer religião, terá facilmente sua aprovação confirmada pelos nosssos egrégios magistrados e ministros "supremos".

Ao ver se desenrolando diante de meus olhos, EM MINHA GERAÇÃO (lembram-se, Jovens e Desbravadores??!!), tantos fatos "proféticos", só posso dizer uma coisa com AMPLA E IRRESTRITA CERTEZA: Maranata, o Senhor logo vem!

Firme sua fé, fortaleça seu irmão, reavive sua Igreja local... pois logo, bem logo, o povo de Deus estará reunido para a primeira ESCOLA SABATINA DA NOVA TERRA!!!!

Aleluia!

"Ora, ao começarem estas coisas a suceder, exultai e erguei a vossa cabeça; porque a vossa redenção se aproxima" (Lucas 21:28).

Fonte: prgilsonmedeiros.blogspot.com

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Pe. Fábio de Melo fala sobre o Sábado e a Lei

"Pedro era mesmo um 'papa'?"



A alegação que os católicos romanos fazem de que o apóstolo Pedro foi o principal líder dos apóstolos - o primeiro papa - tem fundamento nas Escrituras?


Há um pensamento geral entre os católicos de que Pedro foi o apóstolo que recebeu de Jesus a tarefa primordial de liderar os seus companheiros e fundar a Igreja.

Este artigo foi elaborado exatamente no período das festividades conhecidas por “juninas” em 2008, dentre as quais há um dia dedicado a Pedro. Em entrevista a uma emissora de televisão da Paraíba, uma senhora católica afirmou sua fé e respeito por “São” Pedro, citando exatamente a passagem na qual ela acredita que Jesus comissionou o apóstolo a fundar a Igreja Católica. Outra entrevistada concluiu a referência ao texto bíblico, dizendo que Pedro é a “pedra” sobre a qual Jesus edificou Sua Igreja.


As senhoras supra-citadas estavam fazendo referência à passagem do capítulo 16 do evangelho de Mateus, no verso 18, que diz: “Também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela”. Mas era mesmo isso que Jesus queria dizer? Podemos afirmar, sem sombra de dúvidas, que Jesus colocou em Pedro a liderança total sobre os demais apóstolos? A “pedra” a que Jesus Se referiu pode, realmente, ser entendida como sendo Pedro?


O presente estudo faz uma análise não exaustiva da passagem em questão, complementando com a pesquisa de outras referências bíblicas no Novo Testamento (ou NT), tentando chegar a uma conclusão para as questões inicialmente propostas sobre o papel real de Pedro na liderança da Igreja Cristã do tempo dos apóstolos.


Evangelho de Mateus: Escrito em Aramaico ou em Grego?


Um dos pilares do ensinamento católico sobre o papel de Pedro na fundação da Igreja está no fato de Roma utilizar-se da língua aramaica para a passagem de Mt 16:18, na qual as palavras “Pedro” e “pedra” são grafadas da mesma maneira: “kepha”. Dessa forma, a Igreja Católica fundamenta-se dizendo que Jesus fez de Pedro a “pedra” sobre a qual o Senhor edificou a Igreja.


Há algumas referências ao texto hebraico de Mateus, ocorridas entre os chamados “Pais da Igreja”, que parece abonar o argumento católico. Dentre tais referências, uma relevante é aquela atribuída a Papias, considerado um dos discípulos diretos do apóstolo João. Eusébio de Cesaréia, historiador cristão dos primeiros séculos, falecido por volta do ano 340 d.C., cita o seguinte:

“Referente a Mateus, [Papias] diz o seguinte: ‘Mateus ordenou as sentenças em língua hebraica, mas cada um as traduzia como melhor podia’”. Baseado em referências patrísticas como esta é que a Igreja Católica fundamenta um dos seus principais argumentos acerca da interpretação de Mt 16:18 como Pedro sendo a pedra de edificação da Igreja, uma vez que, como citado anteriormente, no texto hebraico (aramaico) não há distinção entre “Pedro” (kepha) e “pedra” (kepha).


Porém os estudiosos não são unânimes em acreditar que Mateus escreveu realmente seu evangelho em aramaico (hebraico). Dentre os argumentos utilizados, podemos citar os seguintes:


1. As várias citações que Mateus faz do Antigo Testamento não refletem uma única forma textual, ou seja, não são a própria versão de Mateus em aramaico tirada da Bíblia normalmente aceita pela Igreja Primitiva, que era a Septuaginta (LXX).


2. O texto grego de Mateus não soa como uma tradução, pois apresenta muitas expressões que demonstram um profundo conhecimento do pensamento judaico, que os estudiosos chamam de “semitismos”.


O que tem sido aceito dentre importantes teólogos da atualidade é que Papias estava, na verdade, declarando que o “estilo” ou a “forma” literária utilizada por Mateus é que eram hebraicos, mas não a “escrita” em si. O Dr. David Alan Black, por exemplo, cita a pesquisa de J. Kürzinger na qual a expressão utilizada por Papias (traduzida por: “em língua hebraica”), foi hebraidi dialektō, que pode significar tanto “em língua hebraica” quanto “em estilo hebraico”, dependendo do contexto. Segundo a pesquisa acima mencionada,
no contexto em questão, [Papias] estava explicando alguns problemas quanto ao estilo e/ou conteúdo de Marcos, pois esse relato não possuía nem o estilo judaico de Mateus nem o estilo literário normal de uma biografia grega como o relato de Lucas.

Esse erro de interpretação da citação de Papias, cometido inclusive por Orígenes, acabou sendo perpetuado por escritores posteriores, levando ao pensamento atual entre alguns teólogos de que o evangelho de Mateus foi escrito em hebraico, o que parece estar mesmo descartado.


Breve Exegese do Texto Grego de Mt 16:18


Adotando-se a evidência de que Mateus escreveu seu evangelho em grego, assim como os demais escritores do NT, podemos realizar uma exegese não exaustiva das palavras gregas utilizadas por Mateus para “Pedro” (petros) e “pedra” (petra), para verificarmos que Jesus não colocou sobre Pedro a fundação da Igreja.


O texto em português foi traduzido assim: “Também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela.”


A respeitada tradução espanhola, Reina Valera, verte o texto da seguinte forma: “Mas yo también te digo que tú eres Pedro; y sobre esta roca edificaré mi iglesia, y las puertas del Hades no prevalecerán contra ella.


E no grego, o texto fica assim:


kavgw. de, soi le,gw o[ti su. ei= Pe,troj( kai. evpi. tau,th| th/| pe,tra| oivkodomh,sw mou th.n evkklhsi,an kai. pu,lai a[|dou ouv katiscu,sousin auvth/j(grifos acrescentados).

A palavra grega “petros”, ocorrer 100 vezes no Novo Testamento, como original para o nome de Pedro (cf. 1Pe 1:1; 2Pe 1:1). Já “petra” ocorre apenas 4 vezes, sendo duas delas relacionadas diretamente a Jesus como sendo a Pedra (cf. 1Co 10:4; 1Pe 2:7-8).


Há um pensamento comum, porém não irrefutável, de que “petros” é uma referência a um “pedregulho”, uma pedra de menor importância; enquanto que “petra” é uma “rocha”, uma pedra de maior durabilidade.


Partindo deste ponto de vista, na verdade Jesus quis dizer que Pedro era uma pedra menor, enquanto Ele, Cristo, é a verdadeira pedra (ou rocha) sobre a qual a Igreja seria edificada.


Pedro Era Mesmo o “Chefe” dos Apóstolos?


Além do estudo das palavras gregas empregadas por Jesus, algumas evidências internas nos revelam que, caso Jesus tenha realmente colocado sobre Pedro a primazia entre os demais apóstolos e líderes da Igreja, esta não foi a interpretação que eles mesmos deram às palavras de Cristo. Vejamos algumas dessas evidências encontradas dentro do próprio texto bíblico:


1. Os discípulos permaneceram com insinuações de quem seria considerado como o “maior” entre eles (cf. Mc 9:33-35). Isso certamente não aconteceria, caso Jesus tivesse colocado sobre Pedro a supremacia pastoral.


2. Vemos em Mt 20:20-28 (claramente posterior à conversa do capítulo 16) que a mãe de Tiago e João fez um curioso pedido a Jesus: para que seus filhos fossem o n° 1 e o n° 2 no governo do reino de Cristo. Demonstrando claro descontentamento com tal pensamento, Jesus novamente expressa Seu desejo de que não haja este tipo de sentimento, onde um se considere superior aos demais. O conceito católico de “primo entre pares” parece encontrar aqui uma clara reprovação de Cristo.


3. No Concílio de Jerusalém (At 15:1-29), por exemplo, também não há evidências de que Pedro tenha presidido tal reunião de líderes da Igreja, o que seria lógico, caso fosse ele realmente o líder maior, como advogam os católicos. Vemos que Pedro teve um papel importante (v. 7), assim como também tiveram Barnabé e Paulo (v. 12), e Tiago (v. 13), que parece ter dado a palavra final sobre o debate teológico em questão. O próprio Pedro já havia mencionado o nome de Tiago com certo destaque no governo da Igreja (cf. At 12:17).


4. Paulo declara que não só Pedro, mas também Tiago e João, eram considerados “colunas” da Igreja (cf. Gl 2:9), o que mostra que a responsabilidade de liderança era dividida igualmente. E mesmo nessa citação, Paulo não menciona Pedro em primeiro lugar, o que poderia ter ocorrido caso houvesse alguma ordem de autoridade entre essas “colunas”.


5. Na mesma epístola aos Gálatas, Paulo cita um curioso evento no qual ele repreendeu Pedro na presença de todos os demais discípulos (cf. Gl 2:11-16). Como poderia o apóstolo Paulo, que nem mesmo fora um dos 12, ousar repreender teologicamente o “papa” da Igreja? Essa é mais uma fortíssima evidência de que Pedro não era considerado o maioral dos apóstolos, muito menos possuía a infalibilidade (ex-catedra), arrogada pelo bispo de Roma da atualidade. Paulo também condena aqueles que queriam colocar Pedro, ou qualquer outro, em posição de destaque (cf. 1Co 1:10-12).


6. O próprio Pedro se considerava um presbítero companheiro e igual aos demais (cf. 1Pe 5:1), o que mostra que ele não possuía tal pensamento de considerar-se melhor ou superior aos outros líderes. Aliás, há uma referência bíblica que demonstra claramente que não havia apenas um bispo em cada cidade, como quer a teologia católica, mas algumas delas poderiam ter vários, conforme, talvez, o tamanho de sua população convertida, como era o caso de Filipos (cf. Fp 1:1).


7. Interessante notar, ainda, que Pedro não é mencionado na carta de Paulo aos romanos, escrita por volta do ano 58 d.C. Isto pode ser uma forte evidência de que Pedro era, na verdade, um pregador itinerante (cf. 1Pe 1:1), e não o “bispo de Roma” como querem os católicos. Inclusive, Eusébio (citado acima) menciona que o primeiro “bispo” de Roma foi Lino (cf. 2Tm 4:21), logo após o martírio de Paulo e Pedro, considerados pelo historiador como os fundadores do evangelho em Roma.


Uma Igreja Monárquica


Vemos que há um grande esforço na teologia católica em colocar sobre Pedro o fundamento humano da Igreja Cristã, sendo que, a partir dele, tal autoridade foi sendo transmitida ao longo dos séculos, de bispo para bispo, mantendo-se uma estrutura hierárquica forte, onde no topo da “pirâmide” de poder está o papa, líder supremo da cristandade, para os católicos.


Esta estrutura hierárquica robusta e consistente, que tem se mantido ao longo de quase 2 milênios, parece não ter surgido realmente na declaração de Cristo a Pedro, como pregam os católicos, mas em uma ambição meramente humana, nascida na mente de um imperador romano, pretensamente convertido à fé cristã. O professor católico Luis Aznar, faz um interessante comentário em uma edição do livro História Eclesiástica, de Eusébio:


Culminava então (313 AD) a carreira política do imperador Constantino para a monarquia universal e absoluta. A audaz empresa exigia uma mudança substancial na concepção forjada por Augusto e retocada por Adriano e Deocleciano... Constantino compreendeu que necessitava do apoio das tenazes comunidades cristãs para edificar o novo império. Assim, desde que foi proclamado imperador pelo exército, em 306, tomou sob sua proteção os cristãos e ingressou entre os que podiam escutar a leitura dos evangelhos nos templos. Porém seu pensamento era político e não religioso. Queria organizar as comunidades episcopais autônomas em uma igreja universal.


Vê-se que o objetivo por trás da instituição da hierarquia da Igreja Católica, encabeçada pelo papa, era mais uma estratégia política de dominação (que realmente deu certo!), do que o cumprimento de uma orientação divina.


Resumo e Conclusão


Não há evidências conclusivas sobre a composição em aramaico do evangelho de Mateus. A hipótese da escrita nesta língua é defendida por alguns teólogos católicos, por facilitar o argumento de que Jesus colocou sobre Pedro a autoridade de fundamentar a Sua Igreja, conforme o texto de Mt 16:18.


Porém, há fortes evidências de que o texto foi mesmo escrito em grego, no qual o “jogo” das palavras petros e petra pode indicar que Jesus colocou sobre Si mesmo, a pedra angular (cf. At 4:11; 1Pe 2:7), a autoridade única de fundamento da Igreja Cristã.


Há também, dentro do próprio texto do Novo Testamento, fortes indicações de que Pedro não exerceu a função de líder maior da Igreja, como pôde ser visto no Concílio de Jerusalém, no debate com Paulo acerca dos ritos judaicos para os gentios conversos, da não-citação de Pedro na epístolas aos romanos, entre outros pontos que foram aqui analisados.


Podemos concluir, então, que Pedro era um importante apóstolo de Cristo, com papel de destaque em diversos acontecimentos ocorridos nas primeiras décadas da Igreja. Entretanto, ele não assumiu o papel de um “papa”, nos moldes que a Igreja Católica defende, nos quais Pedro teria iniciado uma “linhagem” papal, que foi transmitida ao longo dos séculos a cada “bispo de Roma”, chegando até o atual papa Bento XVI. Pedro assumiu um papel relevante, sim, mas sem exercer supremacia sobre os demais apóstolos, bispos ou presbíteros da Igreja Primitiva.


A verdadeira Pedra sobre a qual Cristo edificaria Sua Igreja foi, sem sombra de dúvidas, Ele mesmo (cf. At 4:11).

Para pegar uma cópia do artigo original, com as fontes bibliográficas, clique aqui.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Motivos para não Participar de Festas Juninas

Falaremos do “porquê” de não participarmos de festas juninas. Vejamos então:

Plágio do Paganismo

Como vimos, as bases das festas juninas estão fincadas nas práticas das festividades pagãs, onde os pagãos na mesma data ofereciam seus louvores e suas festas em honra daqueles deuses. Eram as festas pelas colheitas. As festas juninas usurpou isto dos gentios, com apenas o detalhe de transvestir tais festas com roupagem cristã. No entanto, quando Deus introduziu o povo de Israel na terra prometida adverti-os severamente para que não usassem esse tipo de costume, diz Ele: “

Quando entrares na terra que o Senhor teu Deus te dá, não aprenderás a fazer conforme as abominações daqueles povos.” [Deut. 18:9].

Independentemente das intenções, fossem elas boas ou não, o plágio fora terminantemente proibido por Deus.

Os Santos não Intercedem


É notório que estas festividades são para homenagear os três santos. Nestas datas as pessoas invocam sua proteção através de missas e fazem promessas e pedidos confiando em sua suposta intercessão. Não obstante, temos razões bíblicos em abundancia para rejeitarmos estas mediações que os devotos tanto acreditam. A Bíblia nos diz que existe um só mediador entre Deus e os homens:

“Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem,” [I Tm. 2:5].

Este verso exclui todos os demais mediadores forjados pela mente humana. Se temos que pedir alguma coisa a alguém, esse alguém tem de ser Jesus Cristo, veja o que Ele mesmo diz: “…e tudo quanto pedirdes em meu nome, eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho.Se me pedirdes alguma coisa em meu nome, eu a farei.” [João 14:13,14].

Em toda a Bíblia não se encontra nenhum incentivo para fazermos nossos pedidos, promessas e votos a terceiros.

Os Santos não Escutam Orações

Um devoto junino acredita piamente que seus “santos” ouvem suas petições por ocasião destas festividades natalícias ou fora delas, mesmo sabendo que estas personagens já morreram há séculos! Mais uma vez a Bíblia rejeita este conceito por declarar a posição correta dos mortos em relação aos vivos:

“Pois os vivos sabem que morrerão, mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco têm eles daí em diante recompensa; porque a sua memória ficou entregue ao esquecimento. 6 Tanto o seu amor como o seu ódio e a sua inveja já pereceram; nem têm eles daí em diante parte para sempre em coisa alguma do que se faz debaixo do sol.” [Eclesiastes 9:5,6].

Veja que o verso nos diz que os que já morreram não sabem coisa nenhuma do que acontece aqui em nosso mundo, na terra (debaixo do sol). Eles não podem ajudar ou atrapalhar ninguém.

Invocação de Espíritos dos Mortos

Como já vimos, há uma crença em que o espírito de São João possa ser despertado por ocasião da soltura de foguetes, afim de vir participar daquela festividade em sua homenagem. Folclore ou não, isto reflete de modo perfeito a crença católica da invocação dos santos. É claro que se o santo já morreu, o que é invocado é o espírito dele, e isto bate de frente com a advertencia bíblica a respeito da consulta aos mortos. Vejamos:

“Quando vos disserem: Consultai os que têm espíritos familiares e os feiticeiros, que chilreiam e murmuram, respondei: Acaso não consultará um povo a seu Deus? acaso a favor dos vivos consultará os mortos?” [Isaías 8:19].

E mais:

“Não se achará no meio de ti nem encantador, nem quem consulte um espírito adivinhador, nem mágico, nem quem consulte os mortos; pois todo aquele que faz estas coisas é abominável ao Senhor, e é por causa destas abominações que o Senhor teu Deus os lança fora de diante de ti.” [Deut. 18:9,-12].

No fundo a prática de invocar o espírito dos santos nada mais é do que uma prática espírita e como tal, é reprovada por Deus.

Outro Espírito Recebe em Lugar do Santo

Como ficou demonstrado biblicamente os espíritos esse “santos” não sabem de nada do que acontece, portanto não podem interceder por ninguém. Já que eles são neutros nisso tudo, para quem vai então às honras e os louvores destas festividades afinal? O apostolo Paulo estava ensinando quase a mesma coisa aos cristãos de Corinto quando disse: “Antes digo que as coisas que eles sacrificam, sacrificam-nas a demônios, e não a Deus. E não quero que sejais participantes com os demônios.” Um pouco antes, ele acabara de dizer que o ídolo nada é ( 8:4 )

Ou seja, quando os gentios sacrificavam suas oferendas e suas festividades a tais deuses, eles na verdade estavam sacrificando aos demônios (que eram os únicos a receberem tais oferendas), pois o ídolo nada é. Não estaria acontecendo algo similar nas festas juninas? Quando um devoto oferece sua colheita, suas oferendas e festividades a tais santos que segundo a Bíblia, não pode interceder e saber o que está acontecendo, quem então as recebe? Ou então, quando o pedido é atendido, quem concede estas “graças” às pessoas nas festas juninas? De uma coisa temos certeza: dos santos é que não são!

Comidas e Imagens

Por último temos duas práticas rejeitadas pela Palavra de Deus. As comidas que são oferecidas nas festas juninas por vezes são benzidas e oferecidas ao santo que nada mais é do que um ídolo, pois a ele se fazem orações, carregam sua imagem em procissões, beijam-na, prostram-se diante dela etc. Como exemplo, temos o famoso pãozinho de Santo Antonio! Entretanto, a Bíblia diz: “Que vos abstenhais das coisas sacrificadas aos ídolos…não podeis participar da mesa do Senhor e da mesa de demônios.” [Atos 15:29 ; I Co. 10:21].

Quanto às imagens dedicadas aos santos, elas são proibidas pela Bíblia nos seguintes termos: “Não farás para ti imagem esculpida, nem figura alguma do que há em cima no céu, nem embaixo na terra, nem nas águas debaixo da terra; não te encurvarás diante delas, nem as servirás;” [Deut. 5:8,9].

Estes são resumidamente alguns poucos motivos, para todo cristão genuíno não participar de tais festividades.

Conclusão

Pare e pense: como vimos, todas as práticas encontradas nas festas juninas são rejeitadas pela Palavra de Deus. Será que Deus se agradaria de tais festividades, quando sabemos que elas desobedecem explicitamente o que Ele ordenou em sua santa Palavra? Será que com essa prática mundana realmente estão honrando a Deus com isso? Pense novamente: Se Deus rejeitou as festas de Israel que eram dedicadas somente a Ele [Amós 5:21-23] , mas que haviam sido mescladas com elementos dos cultos pagãos dos países vizinhos, não rejeitaria com mais veemência ainda as ditas festas “cristã” dedicada aos “santos”?

Agora que já sabemos o que fazer, cabe a cada um tomar sua decisão.

Fonte: Adventismo em foco

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Líderes religiosos de Israel visitarão Papa em janeiro

Anúncio do Conselho de Chefes religiosos e das Denominações Religiosas do País.

JERUSALEM, segunda-feira, 29 de novembro de 2010 (ZENIT.org) – Os chefes religiosos das diferentes comunidades de Israel anunciaram uma visita histórica a Bento XVI para o próximo mês de janeiro.

A notícia foi anunciada no final do encontro anual do Conselho dos Chefes Religiosos e das Denominações Religiosas em Israel, celebrado na última quinta-feira. Os religisos se reuniram no Centro Internacional Domus Galilaeae, próximo ao Monte das Bem-aventuranças, na Galileia.

Formam parte do Conselho os chefes das Igrejas cristãs, os rabinos chefes de Israel, o chefe da comunidade druza, o chefe da Corte Suprema Islâmica, os chefes das comunidades bahá'í, ahmadía, samaritanos, coptas, etíopes e assírios.

"A conferência deste ano é particularmente significativa se se considera também que membros do Conselho visitarão o Papa Bento XVI no próximo dia 13 de janeiro, no Vaticano”, afirmava o comunicado enviado a ZENIT pelo Ministério de Assuntos exteriores de Israel.

"Este encontro histórico reflete a atitude positiva do Vaticano e Papa ante o fórum e a importância que ele tem para orientar o diálogo e gerir as relações entre as diferentes comunidades religiosas presentes em Israel”, observa o comunicado.

O tema deste encontro do Conselho foi “Liberdade de religião e de culto em Israel”.

(Zenit)

Nota TP: Cada vez mais é real o cumprimento das Profecias quando esta nos alerta dizendo: "Então vi saírem da boca do dragão, da boca da besta e da boca do falso profeta três espíritos imundos semelhantes a rãs. São espíritos de demônios que realizam sinais miraculosos; eles vão aos reis de todo o mundo, a fim de reuni-los para a batalha do grande dia do Deus todo-poderoso." Apoc. 16:13 e 14

"Satanás tem há muito estado a preparar-se para um esforço final a fim de enganar o mundo. O fundamento de sua obra foi posto na declaração feita a Eva no Éden: "Certamente não morrereis." "No dia em que dele comerdes, se abrirão os vossos olhos, e sereis como Deus, sabendo o bem e o mal." Gên. 3:4 e 5. Pouco a pouco ele tem preparado o caminho para a sua obra-mestra de engano: o desenvolvimento do espiritismo. Até agora não logrou realizar completamente seus desígnios; mas estes serão atingidos no fim dos últimos tempos. Diz o profeta: "Vi ... três espíritos imundos semelhantes a rãs. ... São espíritos de demônios, que fazem prodígios; os quais vão ao encontro dos reis de todo o mundo, para os congregar para a batalha, naquele grande dia do Deus todo-poderoso." Apoc. 16:13 e 14. Com exceção dos que são guardados pelo poder de Deus, pela fé em Sua Palavra, o mundo todo será envolvido por esse engano. O povo está rapidamente adormecendo, acalentado por uma segurança fatal, para unicamente despertar com o derramamento da ira de Deus." O Grande Conflito, pág. 561, 562.

Católicos e judeus devem defender dignidade juntos



CIDADE DO VATICANO, quinta-feira, 12 de maio de 2011 (ZENIT.org) - Bento XVI disse hoje que judeus e católicos podem colaborar muito mais do que em mera ação social, pois partilham uma visão da pessoa e da sua dignidade dadas por Deus. Esta foi sua reflexão ao receber hoje, em audiência, uma delegação da B'nai B'rith International, associação judaica mundial de ação social, que está envolvida no diálogo entre católicos e judeus.

O Papa se dirigiu aos membros da organização, valorizando sua "participação ativa" na reunião do International Catholic-Jewish Liaison Committee, realizado em Paris no final de fevereiro.

O encontro de Paris "afirmou o desejo de católicos e judeus de ir juntos ao encontro dos imensos desafios enfrentados por nossas comunidades, em um mundo em rápida mudança e, de forma significativa, do nosso dever religioso compartilhado de combater a pobreza, a injustiça, a discriminação e a negação dos direitos humanos universais".

No entanto, o entendimento entre judeus e católicos poderia ser ainda muito mais amplo, sugeriu o Papa. "Há muitas maneiras em que os judeus e os cristãos podem trabalhar juntos para melhorar o mundo, de acordo com a vontade do Todo-Poderoso, para o bem da humanidade", destacou.

Nesse sentido, sublinhou duas questões: a dignidade da pessoa e o papel da religião na sociedade.

Quanto à primeira, disse que "uma das coisas mais importantes que podemos fazer juntos é dar testemunho comum da nossa profunda convicção de que cada homem e mulher é criado à imagem divina e, portanto, tem uma dignidade inviolável".

"Essa convicção continua sendo a base mais segura de qualquer esforço para defender e promover os direitos inalienáveis ​​de cada ser humano."

Em segundo lugar, destacou a importância, já manifestada em uma reunião em Jerusalém - em março passado, entre as delegações do Grão-Rabinato de Israel e da Comissão da Santa Sé para as Relações Religiosas com o Judaísmo - do papel da religião na sociedade.

É necessário, disse, "promover uma compreensão mais profunda do papel da religião nas nossas sociedades de hoje, como um corretivo rumo a uma visão da pessoa humana e da convivência social puramente horizontal e, em consequência, truncada".

"A vida e a obra de todos os crentes deveriam oferecer um testemunho constante do transcendente, apontando para as realidades invisíveis que estão acima de nós, e incorporar a convicção de que uma Providência amorosa e compassiva guia o resultado final da história, não importa quão difícil e ameaçador possa parecer às vezes a viagem durante o caminho."

Finalmente, o Pontífice ressaltou a significativa importância "do que aconteceu nos últimos quarenta anos", desde a Nostra Aetate.

O atual nível de diálogo entre judeus e católicos, sublinhou o Papa, "deve ser visto como um grande dom do Senhor e como motivo de profunda gratidão Àquele que guia os nossos passos, em sua sabedoria infinita e eterna".

B'nai B'rith International (que em hebraico significa "Filhos da Aliança") é a organização judaica de ação social mais antiga que existe atualmente, pois foi fundada em 1843, em Nova York, em auxílio dos judeus que então não tinham pátria própria.

Nota: Percebe-se que o ecumenismo caminha a passos largos. Pergunta que não cala: Por que Bento XVI ao fazer referência à criação do homem e da mulher, não ressaltou o Sábado como memorial da criação?

segunda-feira, 28 de março de 2011

Só Acredito Vendo...


Tenho o hábito de acompanhar os noticiários para ver o que está acontecendo no mundo, e que possa encaixar-se nos cumprimentos das profecias.

Como já comentei aqui em outras ocasiões, as notícias que vemos hoje em dia não são nada boas, havendo atualmente um grande número de crimes bárbaros e antes inimagináveis.

Há alguns meses, vi uma reportagem que me chamou a atenção para um fato. Foi uma matéria sobre o aumento do turismo em uma cidade do interior de São Paulo, onde um religioso católico foi canonizado há pouco tempo - o Frei Galvão. Ele ficou famoso através de suas "pílulas milagrosas", que nada mais são do que orações escritas em minúsculos pedacinhos de papel, que são enrolados e distribuídos com os "fiéis".

O "comércio da fé" em países altamente católicos, como o Brasil, rende alguns milhões de dólares anualmente, e movimenta uma rede de artesãos, empresários, agentes de turismo, motoristas, comerciantes, camelôs, etc., que lucram muito com a venda de "artigos religiosos" e com o "turismo religioso".

Então eu fiquei me perguntando: "Por que as pessoas têm uma atração tão grande por este tipo de objetos?". Se não é "adoração de imagens" (como contra-argumentam os que defendem a idolatria), então o que é? O que faz uma pessoa sair de sua cidade e viajar centenas de quilômetros apenas para ver uma estátua da Virgem Maria, ou para beijar os pés de uma estátua do Padre Cícero, ou para colocar no pulso uma fitinha do Senhor do Bonfim, ou para fazer uma caminhada em Santiago de Compostella... etc?

Lembrei de um personagem bíblico que também só acreditou na ressurreição de Jesus após ver COM SEUS PRÓPRIOS OLHOS o fantástico milagre. Ele não conseguia depositar sua confiança apenas nos relatos de outras testemunhas - mesmo que oculares. Enquanto ele mesmo não visse e, além do mais, tocasse nas feridas do Jessus ressurreto, ele não creria. O nome deste discípulo você já sabe: Tomé.

Hoje também existe uma legião de "Tomés" por ai. Estas pessoas têm dificuldade em crer em algo que não possam pegar, ver, cheirar, fotografar, comprar, etc.

Parece que o grande incentivo para esta fé baseada em "relíquias", "imagens" e "lembrancinhas" teve seu início na obscura Idade Média. Alguns historiadores dizem que somente com os pedacinhos da cruz de Cristo, que eram vendidos aos milhares pelos romanistas da época, daria para se construir centenas - até milhares - de cruzes. Durante este período, também, se iniciou o estranho hábito de conservar os corpos dos "santos" para serem expostos à visitação dos peregrinos. Ainda hoje esta prática é muito comum pelo mundo afora (veja exemplo recente).

As igrejas neo-pentecostais também já perceberam que as pessoas gostam de terem sua fé materializada em objetos. Por isso é muito comum vermos este tipo de situação no "marketing" feito por este grupo de novos cristãos. Por exemplo:
- Campanha do descarrego total
- Reunião dos 318
- Corrente do sal ungido
- Campanha do óleo consagrado nas alturas
- As 7 terças-feiras da oração forte
- Fogueira santa de Israel
- Vigília da Luz Branca

Nestas ocasiões, os pastores distribuem todo tipo de material para ajudar os fiéis a visualizarem a fé, e assim poderem "tomar posse da bênção" (no jargão utilizado por eles). São saquinhos com sal, vidrinhos com óleo consagrado, pedrinhas trazidas do Monte Sinai, anéis dourados com o nome de Deus, copos de água sobre a TV ou Rádio... etc... etc... etc.

Vale tudo para criar um "clima" que favoreça a fé... e a doação das oferta$.

Os cultos desses movimentos neo-pentecostais também são caracterizados por forte apelo emocional e de êxtase. Eles constumam dizer que sentem o "fogo" do Espírito percorrer-lhes o corpo, em especial quando há manifestação das "línguas estranhas".

Para estas pessoas, um culto baseado na razão e no Estudo da Bíblia, somente, não tem nenhum valor, pois o culto verdadeiramente "quente" é aquele onde o adorador "sente" a presença de Deus, e manifesta isso através dos gritos, pulos, danças, palmas, choros, etc.

O que diz a Bíblia?

O conceito clássico de fé, conforme as Escrituras, passa bem longe do que vemos hoje nesta "onda" cristã que procura fazer da fé algo palpável e sólido.

"... a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não vêem" - Heb. 11:1.

Com relação às imagens, não é necessário nem mencionar que um dos Mandamentos (Êxodo 20:4-6) da Lei de Deus (escrita com Seu próprio dedo - Êx. 31:18) condena inquestionavelmente qualquer manifestação idolátrica (ou de "veneração", como querem os católicos) no uso de imagens, gravuras, relíquias, esculturas, etc.

A verdadeira fé não precisa ver, sentir, pegar... para ser forte. Ela é fundamentada na absoluta confiança que temos nas promessas de Deus, independente de vermos ou não.

Os contemporâneos de Moisés "viram" muitos milagres, mas nem por isso eles tiveram uma fé inabalável. Também na época de Jesus, muitas maravilhas foram realizadas diante dos olhos dos líderes judaicos, mas isso não foi suficiente para os convencer da Divindade e Messianidade de Jesus de Nazaré.

Portanto, devemos ter muito cuidado com este sentimento natural do ser humano que o leva a crer apenas no que ele pode sentir, ver ou pegar.

"Disse-lhe Jesus: Porque me viste, creste? Bem-aventurados os que não viram e creram" - João 20:29.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Confissões no iPhone




Tem feito sucesso e também alguma polémica nos EUA, uma aplicação para o iPhone que permite aos fiéis católicos confessarem-se, em alternativa a procurarem um padre numa igreja para o fazerem.




Não pretendo aqui discutir a validade deste método tecnológico. Aliás, essa discussão estaria comprometida logo de início, uma vez que a confissão nunca deve ser feita a um homem, muito menos a um aparelho digital (já viu como até um iPhone consegue ser entendido como um substituto de Cristo?!!!). Pura Heresia !!!

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Quando começou a graça?


Um dia desses, um famoso pregador pentecostal da atualidade, que mantém um programa diário em horário nobre na TV, disse que a graça só começou a existir depois de Jesus. Segundo ele, antes de Jesus não havia graça no mundo. Para confirmar sua declaração, o aclamado missionário citou o seguinte verso do Evangelho de João:

"Porque a lei foi dada por intermédio de Moisés; a graça e a verdade vieram por meio de Jesus Cristo" (1:17).

Mas... há algum fundo de verdade nisso?

Primeiramente, precisamos definir o que é a graça divina.

Uma passagem bíblica chave para entendermos o que significa a graça é a seguinte:

"pois todos pecaram e carecem da glória de Deus, sendo justificados gratuitamente, por sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus" (Rom. 3:23-24).

Vemos que, para Paulo, a graça era a resposta de Deus ao problema do pecado, ou seja, para o pecador arrependido, o Senhor concede um "perdão" especial, uma "absolvição" legal da condenação do pecado. Para o filho de Deus que foi revestido pela "graça" não há mais penalidade dos pecados passados, pois o Senhor Jesus pagou o preço por todos eles ao derramar Seu sangue, inocente, no Calvário. Paulo ainda acrescenta que esta "graça" divina para o pecador é concedida gratuitamente, ou seja, NADA do que o homem faça ou deixe de fazer pode "comprar" este dom precioso de Deus em seu benefício.

No site Bibliaonline, mantido por Adventistas, encontramos também a seguinte definição para a graça:

"No N.T. é aquele favor que o homem não merece, mas que Deus livremente lhe concede - algumas vezes é posta em contraste com a lei (Rm 6.14) - e também exprime a corrente de misericórdia divina, pela qual o homem é chamado, é salvo, é justificado, e habilitado para viver bem e achar isso suficiente para ele (Gál. 1.15 - Efés. 2.8 - Rom. 3.24 - 1Cor. 15.10 - 2Cor. 12.9)".

Esclarecido, então, o que seja a graça, vejamos se há referências a ela no AT.

A Graça no Antigo Testamento

A passagem bíblica considerada por muitos como o primeiro "pacto" de salvação entre Deus e o homem é Gên. 3:15, quando o Senhor promete que, no futuro, o inimigo seria derrotado por um "descendente" da mulher. Isso nos mostra que desde o Éden já foi incutida no homem pecador a esperança de salvação para as consequências terríveis que o pecado traria sobre todos.

Poderíamos também citar diversos exemplos de pessoas que foram "agraciadas" (rsrs) com o perdão divino, começando pelo próprio casal edênico e passando por personagens muito conhecidos, como por exemplo Abraão, Jacó, Moisés, Raabe, Sansão, etc.

Mas, e a expressão "graça"? Encontramos ela no AT, com o mesmo sentido com que é tratada no NT? Na minha opinião, alguns dos mais significativos estão nos Salmos:

"Volta-Te, SENHOR, e livra a minha alma; salva-me por Tua graça" (6:4).

"No tocante a mim, confio na Tua graça; regozije-se o meu coração na Tua salvação" (13:5).

"Não ocultei no coração a Tua justiça; proclamei a Tua fidelidade e a Tua salvação; não escondi da grande congregação a Tua graça e a Tua verdade. Não retenhas de mim, SENHOR, as Tuas misericórdias; guardem-me sempre a Tua graça e a Tua verdade" (40:10-11). É curioso como, aqui, o salmista usa o mesmo vocabulário usado por João no texto citado pelo pregador da TV...

"e a Ti, Senhor, pertence a graça, pois a cada um retribuis segundo as suas obras" (62:12).

"Porque a Tua graça é melhor do que a vida; os meus lábios Te louvam" (63:3).

"Bendito seja Deus, que não me rejeita a oração, nem aparta de mim a Sua graça" (66:20). Este é o meu verso favorito de toda a Bíblia.

"Quanto a mim, porém, SENHOR, faço a Ti, em tempo favorável, a minha oração. Responde-me, ó Deus, pela riqueza da Tua graça; pela Tua fidelidade em socorrer" (69:13).

"Responde-me, SENHOR, pois compassiva é a Tua graça; volta-Te para mim segundo a riqueza das Tuas misericórdias" (69:16).

"Porque o SENHOR Deus é sol e escudo; o SENHOR dá graça e glória; nenhum bem sonega aos que andam retamente" (84:11).

"Justiça e direito são o fundamento do teu Trono; graça e verdade Te precedem" (89:14).

"Ele é quem perdoa todas as tuas iniqüidades; quem sara todas as tuas enfermidades; quem da cova redime a tua vida e te coroa de graça e misericórdia" (103:3-4).

E tantos outros...

Pelo visto, alguém que não concordaria com o prezado pregador que mencionei acima era Davi. Afinal, ele foi um dos muitos personagens do AT que sabiam por experiência própria que a graça do Senhor já se manifestava naqueles dias.

Portanto, neste início de semana, quando estudaremos mais detidamente sobre o importante tema da graça em nossas vidas, é importante saber que ela não se iniciou com o ministério terrestre de Jesus, pois a graça, a misericórdia, o perdão... SEMPRE EXISTIRAM, desde quando o pecado passou a ser uma realidade na vida dos filhos de Deus.

O que Jesus veio fazer foi dar uma revelação mais ampla, mais abrangente sobre este precioso dom divino. Conforme o Comentário Adventista de João 1:17, "João não tem o propósito de insinuar que era mau o sistema revelado por meio de Moisés, em comparação com o que agora era revelado por meio de Cristo, a não ser que, embora era bom o sistema de Moisés, o de Cristo é melhor (ver Heb. 7:22; 8:6; 9:23; 10:34). (...) Ao afirmar que a 'verdade' vem por meio de Cristo, João O identifica como a realidade que era assinalada por todos os símbolos e cerimônias do AT, que não eram mais que uma sombra dos bens vindouros. Em Cristo o símbolo acha seu cumprimento na realidade (Colos. 2:16-17). Em nenhum sentido João indicou que o sistema do AT era falso ou errôneo".

Louvado seja Deus, porque não nos deixa nas trevas em nenhum tema importante para nossa salvação!

"Bendito seja Deus, que não me rejeita a oração, nem aparta de mim a sua graça" (Salmo 66:20).

Oh glória!

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Por Qual Razão o Sacríficio da Missa é a Maior Abominação Concebível?


Milhares de cristãos foram mortos pela Igreja Católica porque se recusaram a aceitar a abominação do sacríficio da missa. A Missa alega ser literalmente a oferta sacrificial do corpo e do sangue de Cristo apresentada repetida vezes, milhões de vezes, enquanto a Bíblia ensina que o sacríficio de Cristo na Cruz ocorreu apenas uma vez e nunca se repete:

(Hebreus 10:11) – E assim todo o sacerdote [hebreu] aparece cada dia, ministrando e oferecendo muitas vezes os mesmos sacrifícios, que nunca podem tirar os pecados; Mas este, havendo oferecido para sempre um único sacrifício pelos pecados, está assentado à destra de Deus.

(Hebreus 9:24-26) – Porque Cristo não entrou num santuário feito por mãos, figura do verdadeiro, porém no mesmo céu, para agora comparecer por nós perante a face de Deus; Nem também para a si mesmo se oferecer muitas vezes, como o sumo sacerdote cada ano entra no santuário com sangue alheio; De outra maneira, necessário lhe fora padecer muitas vezes desde a fundação do mundo. Mas agora na consumação dos séculos uma vez se manifestou, para aniquilar o pecado pelo sacrifício de si mesmo.

Para saber mais assista a explicação de Dave Hunt.

Na visão católica, em todas as missas, ou seja, cada vez que é realizada uma missa, Cristo é sacrificado NOVAMENTE.

Sabendo que estas mentiras são ensinadas, se recuse a participar da abominável Eucaristia (repetição do sacrifício de Cristo). E denuncie estas mentiras do anticristo. “Cristo, morreu apenas uma vez pelos meus pecados. O sacrifício não será repetido. Vocês profanaram o significado espiritual da Ceia do Senhor e colocaram no lugar algo de significado diabólico”.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Padre Marcelo se Coloca contra o Criacionismo Bíblico


Padre Marcelo inaugura o primeiro capítulo de seu livro com o capítulo 1 de João. O capítulo fala que tudo foi criado através de Jesus (verso 3). Além disso, diz que no principio (ou seja, clara referência a Gênesis 1:1) Jesus estava com Deus. Então, na página 30, o Padre dispara o maior absurdo de todos:

“A Palavra diz que tudo que há no mundo foi criado por Deus. Não diz como se deu a criação. Não diz se evoluímos de alguns animais ou se houve uma explosão ou se, nas diversas eras, o andar foi se aprimorando”.

Pelo amor de Deus!!! É um sacerdote que escreveu isso? Como assim? A Bíblia não diz como se deu a criação? Ela ensina expressamente em Gênesis capítulos 1 e 2 que a criação se deu em 6 dias e Deus santificou o sétimo! Além disso, a essência do primeiro capítulo de João não é que o mundo foi criado por Deus. Mas que foi criado através de Cristo! O Capítulo não é uma mera repetição de Gênesis, mas sua complementação! Em Gênesis capítulo 1 Deus cria o mundo. Em João Capítulo 1 é dito que através de Jesus é que o mundo foi criado!

Padre Marcelo se coloca completamente contra as Escrituras ao dizer que ninguem sabe como se deu a criação (por explosão ou evolução). Vamos escutar a Bíblia e não este homem!

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

será que a lei foi abolida?



Se não existe Lei não existe pecado, porque pecado é a transgrecao da lei segundo 1 Joao 3:4. E com relação a 2 corintios 3:14. "E se, o ministério de morte, gravado com letras em pedras foi com glória, tanto que os filhos de Israel não puderam fixar a vista no rosto de Moisés por causa da glória de seu rosto, a qual tinha de perecer, como não será mais bem com glória o ministério do Espírito?" (II Coríntios 3:7 e 8).
MINISTÉRIO DE MORTE
Lendo atentamente II Coríntios 3 percebe-se que Paulo fala de "dois ministérios" e não de "lei". O termo lei não é empregado, o que será fundamental para análise do texto. Ministério, ministração ou administração não é sinônimo de lei. Uma coisa é ministrar uma lei, outra é a lei em si mesma. A ministração ou ministério refere-se os meios pelos quais a lei é aplicada, ensinada e vivida.

O "ministério da morte" ou "ministério da condenação" refere-se ao antigo ministério da Lei de Deus, e esta lei fora "gravadas com letras em pedra", ou seja, em II Coríntios 3 é dito como o antigo ou velho concerto era gerenciado tendo como base o Decálogo; concerto este que pela incapacidade dos israelitas e pelo cumprimento das profecias, precisou ser abolido (Isaías 1:10-16; Oséias 4:1-6; Daniel 9:27 cf Jeremias 11:1-8; Oséias 2:11).

Paulo contrastando o "velho concerto" com o "novo concerto", chama este último de o "ministério do Espírito" ou "ministério da justiça". Ele demonstra também que Cristo e o Seu "novo ministério" são a glória refulgente, em contraste com a glória do "velho ministério" dos tempos da antiga aliança que se tornara empalidecia e desaparecia (II Coríntios 3:9 cf Hebreus 3:1-3).

Os crentes judeus, os quais antes de aceitarem Cristo como Salvador, criam naturalmente que a glória do Sinai e a ministração ou ministério exercido pelos sacerdotes, levitas e governantes eram a última palavra de salvação no plano celestial. No entanto, viram depois que a glória e o ministério de Cristo no santuário celestial era muito mais superior (Hebreus 5:1-10; Hebreus 8:1-13).

Por simples figura de linguagem, o ministério da Lei de Deus, ou, a maneira como esta lei era administrada no "velho concerto" é denominado de "morte" ou "condenação" (cf Colossenses 2:13-14).

Exemplificando pela própria Bíblia a figura de linguagem utilizada por Paulo: nos dias de Eliseu, certa vez, os filhos dos profetas ajuntaram-se em torno da "panela grande" em que se cozeu colocíntida. Evidentemente que eram ervas venenosas porque clamaram aos que as comiam: "Homem de Deus, há morte na panela" (II Reis 4:38-40). Em linguagem exata, disseram que havia algo no interior da panela que iria causar a morte, mas, trocando a causa pelo efeito, gritaram, expressando-se daquela forma. Outro exemplo é Isaías 28:18: "A vossa aliança com a morte será anulada..." Obviamente que ninguém faz aliança com a morte, isso seria bizarro.
GRAVADOS COM LETRAS EM PEDRAS
Considerando a "letra que mata", em contraste com o "Espírito que vivifica". Um ministério baseado somente na letra (isto é na Lei de Deus), sem o Seu Legislador, neste caso Jesus Cristo, resulta somente em morte para os seus transgressores; mas um ministério de lei, baseado na justiça de Cristo através da ação do Espírito Santo no coração do pecador, resulta em vida (Hebreus 10:16-17; Jeremias 31:31-34 cf Romanos 2:14-16). O "velho ministério" foi letra morta por inadimplemento por parte do povo, porque não estava ligado ao Espírito de Deus (Isaías 1:4 e 5 cf Romanos 8:1-5). O "novo ministério" veio reaver o Espírito que vivifica, por ser Cristo quem habilita o homem a obedecer. Por isso Paulo chama o "novo ministério" de "ministério do Espírito".

Alguns indicam que II Coríntios 3:7 refere-se ser a Lei de Deus o "ministério da morte". Estudando porém o contexto do verso e outros textos paralelos do apóstolo Paulo onde a Lei de Deus é exaltada por ele, vê-se a infelicidade desta declaração, e, como mencionado no ínicio deste tema, ministério não é sinônimo de lei. O apóstolo disse que a Lei de Deus é "santa, e o mandamento santo, justo e bom", e está lei não pode ser substituída pela fé e nem pela graça (Romanos 7:12; Romanos 3:31; Romanos 6:15). E "o que é bom de modo nenhum se tornou em morte" (Romanos 7:13 cf Romanos 8:13). Se o mandamento do Senhor "não se tornou em morte", chega-se à fatal conclusão de que o "ministério da morte" não é a Lei de Deus consubstanciada nos dez mandamentos.

Considerar que as tábuas de pedra significavam morte, vem as seguintes indagações: - Como pode Deus conceder a Seu povo reunido solenemente uma lei que representa morte? Que Deus é este que trata discrimidamente a Seu povo, reservando uma "lei de amor e justiça" para os cristãos, enquanto os israelitas recebem uma que reflete morte?

Não existe lógica e muito menos respaldo bíblico considerar que "ministério da morte" é sinônimo da Lei de Deus. Além de afrontar os ensinos de Paulo, seria afirmar que Deus faz acepção de pessoas.