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quinta-feira, 15 de março de 2012

Jogadores do Internacional recebem livro “A Grande Esperança”

Jogadores do Internacional Sport Club, um dos maiores times de futebol do Rio Grande do Sul e do Brasil, receberam, ontem, na sede do clube, um exemplar do livro missionário “A Grande Esperança”.


Leandro Damião recebe livro 'A Grande Esperança' (ASN)

O atacante Leandro Damião, o volante Tinga, o zagueiro Bolívar e os meias Zé Roberto e D’Alessandro foram presenteados com uma cópia do material, que deve atingir, até 2012, a marca de 166 milhões de exemplares distribuídos em todo o mundo.

A obra é uma compilação do livro “O Grande Conflito”, da escritora norte-americana Ellen White e deve atingir, até o ano que vem, todos os lares da região central do Rio Grande do Sul.

Até agora, apenas no território da Associação Central Sul-Riograndense, foram distribuídas 415 mil cópias da publicação.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

União de Casais Homossexuais - o início de uma transformação na sociedade?


Agora é definitivo, o Brasil reconhece civilmente os direitos dos casais homossexuais, tanto os que forem formados por 2 homens, quanto por 2 mulheres, inclusive a ADOÇÃO DE CRIANÇAS (pasmem!). A decisão foi dada ontem, em unanimidade, pelo SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL (veja aqui a notícia completa).

Até que ponto esta decisão histórica, tomada à revelia dos apelos das entidades que defendem uma constituição familiar monogâmica e heterossexual (como as Igrejas tradicionais, por exemplo), pode ser um prenúncio de decisões mais polêmicas em um futuro próximo? As minorias religiosas, como os Adventistas do 7º Dia, precisam ficar alertas sobre a maneira como o Judiciário Brasileiro analisará situações que as envolvam, em especial quando isto vier de encontro aos "apelos da sociedade moderna"? O Projeto de Lei 122 (que vai colocar na cadeia um pastor que se recusar a casar homossexuais!) passará com mais facilidade pelo Congresso Nacional, depois desta decisão do Supremo?

A partir de agora, devemos ficar AINDA MAIS alertas... na minha opinião!

Os que estudam as profecias sabem que o cenário que se formará para a promulgação da legislação que perseguirá os que se opuserem à guarda do primeiro dia da semana, estará intimamente ligado à uma conjuntura mundial não só religiosa, mas principalmente política e econômica. Atendendo a um "clamor social moderno", o STF deu evidências de que qualquer solicitação de que se reconheça a legalidade de alguma lei ou norma CIVIL (pois lembre-se que o Estado Brasileiro "ainda" se diz "laico" - sem envolvimento oficial com nenhuma religião) que venha a reconhecer o direito dos que se consideram acima dos ditames éticos de qualquer religião, terá facilmente sua aprovação confirmada pelos nosssos egrégios magistrados e ministros "supremos".

Ao ver se desenrolando diante de meus olhos, EM MINHA GERAÇÃO (lembram-se, Jovens e Desbravadores??!!), tantos fatos "proféticos", só posso dizer uma coisa com AMPLA E IRRESTRITA CERTEZA: Maranata, o Senhor logo vem!

Firme sua fé, fortaleça seu irmão, reavive sua Igreja local... pois logo, bem logo, o povo de Deus estará reunido para a primeira ESCOLA SABATINA DA NOVA TERRA!!!!

Aleluia!

"Ora, ao começarem estas coisas a suceder, exultai e erguei a vossa cabeça; porque a vossa redenção se aproxima" (Lucas 21:28).

Fonte: prgilsonmedeiros.blogspot.com

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Luana Piovani: adventista?


A revista Época desta semana traz entrevista com a atriz Luana Piovani. O "gancho" é o recente rompimento do namoro dela com o também ator Dado Dolabella, com quem esteve prestes a se casar. A abertura da entrevista começa assim: "Ela ama cerveja 'porque é loura e gelada'. Luana Piovani, 32 anos, 1,78 metro, 'está' loura platinada, mas é muito quente." Depois, afirma, na maior naturalidade: "Adventista do Sétimo Dia, falou antes [de entrar no palco] com Deus, a quem chama de seu 'amigo invisível'." Mais adiante, Luana também revela que "uma amiga sensitiva me disse que meu homem não é brasileiro". Afinal de contas, a moça que bebe, fuma, leva em conta palavra de sensitivos e, além disso, "veste lingerie, mostra os seios, insinua o corpo e fala sobre homens" é mesmo adventista do sétimo dia?

É bom deixar claro que a afirmação de que Luana é adventista partiu da revista Época. Em outras entrevistas concedidas pela atriz, ela costuma dizer que "foi criada" na Igreja Adventista (Veja disse que Luana foi uma "menina criada na severa [sic] Igreja Adventista do Sétimo Dia"; IstoÉ Gente: "Sou evangélica e fui criada na adventista do sétimo dia"; e numa entrevista concedida à revista Marie Claire, a coisa fica ainda mais clara: "Fui criada na religião adventista do sétimo dia e vivo sob os preceitos dela, mas não freqüento mais a igreja").

Que bom que Luana ainda se lembra dos "preceitos" adventistas. Quem sabe, ao procurar vivê-los em sua plenitude, no futuro, ela redescubra o verdadeiro significado da felicidade. Mas, acima de tudo, ela precisa conhecer Alguém. Note o que ela disse quase no fim da entrevista concedida à Época: "Uma vez me perguntaram, se eu pudesse conhecer alguém, quem eu escolheria. Eu disse: Jesus Cristo, Vinícius de Moraes e Renato Russo. Não conheci nenhum dos três. Melhor assim, porque descobri que é melhor não mitificar ninguém."

De fato, náo é bom mitificar pessoas. Mas, se Luana conhecer Jesus, a vida dela terá outro sentido. Ou melhor, terá sentido. Oremos por ela.

Da ilusão do glamour à morte trágica


Sexta, 8 de abril de 2011, o corpo de uma linda jovem brasileira, de apenas 17 anos de idade, é encontrado por volta das 7h30 na Torre de São Rafael, prédio de luxo na região do Parque das Nações, em Lisboa, Portugal. Tratava-se de Jeniffer Corneau Viturino que, segundo as reportagens dos jornais, na véspera, tinha passado a noite no apartamento do seu “namorado”, o empresário português Miguel Alves da Silva. Ao olhar para o rosto dessa jovem e belíssima modelo, bastante produzido para as fotografias e campanhas publicitárias, eu me lembro daquela criança bela, pura e ingênua que, quando trabalhei como pastor no distrito de Mucuri, Cariacica, ES, eu visitei várias vezes (fui pastor dos seus pais: Giurlei e Solange) e, também, a batizei – com o uniforme do Clube de Desbravadores – na Escola Adventista de Campo Grande.

Jeniffer iniciou a carreira de modelo aos 14 anos, assim que chegou a Portugal com a mãe, Solange, e o irmão, Jhonatan (a quem também batizei juntamente com a Jeniffer). O pai, Giurlei, ficou sozinho em Cariacica. Jeniffer foi com a mãe para as terras lusitanas em busca de dinheiro, fama e conforto... Infelizmente, afastou-se de Deus e acabou encontrando a morte – dessa forma trágica e envolta em mistérios.

Olho para a bela foto estampada no jornal e, por trás da produção publicitária de “mulher fatal”, o que vejo é aquela garotinha simples, meiga e ingênua que brincava com os coelhinhos – que criava num cercadinho em sua casa. Vejo a menina que, junto com o irmão, formava o par mais bonito de desbravadores que já contemplei nestes 25 anos de ministério. Vejo além: o futuro glorioso que Deus tinha para a Jennifer que, infelizmente, de forma violenta, foi interrompido. Que pena! Esta, e não a interrupção da brilhante carreira de modelo, é a maior de todas as tragédias!

(Elizeu C. Lira, pastor adventista do sétimo dia)

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Promoção da causa gay, humilhação do mulherio

Bem que Gilberto Braga tenta disfarçar, com algumas concessões ao bom-mocismo, mas ao desfraldar suas bandeiras pró-homossexualidade deixa escorrer misoginia pelos cantos da tela no folhetim das nove, cuja autoria compartilha com Ricardo Linhares (Insensato Coração, Rede Globo, 21h). Embora dos seis personagens gays apenas um tenha papel de destaque, diálogos como o de um deles (Nelson, interpretado por Edson Fieshi), numa cena de festa em que, acossado por uma socialite, bradou irritado algo como "se eu precisasse de uma boneca inflável para alavancar minha carreira estaria perdido", dão a medida do tratamento depreciativo que os autores vêm destinando às mulheres na trama. O mesmo personagem, capítulos depois, se mostraria possesso porque uma garota sem noção, atraída por sua "irresistível" beleza, atrapalhara uma paquera sua entre iguais, num quiosque. Para arrematar, ironizou, juntamente com o garçom, igualmente gay, a ignorância de Sueli (Louise Cardoso), que não alcança o linguajar, o estilo, nem consegue identificar os membros desta comunidade aparentemente tão superior. [...]

Nada contra a defesa de um gênero oprimido. Mas os direitos GLS e a valorização da mulher não são mutuamente excludentes.

Para movimentar sua trama os autores apelam para bate-bocas e cenas de ação bem ao estilo do cinema estadunidense. Em 25 capítulos já houve seqüestro e acidente de avião, roubos e assaltos a residências, desastres de carros e motos, rebelião de presídio, assassinato, socos e tapas em profusão, várias cenas hospitalares.

Felizmente a Globo está reprisando O Clone (14h30), que, embora não seja nenhuma mil e uma noites, extrai o movimento do relacionamento interno dos personagens e desfila mulheres misteriosas e sensuais como odaliscas.

(Silvia Chiabai, Observatório da Imprensa)